No segundo dia do Roteiro de 8 dias na Cidade do México, fomos conhecer as incríveis Pirâmides de Teotihuacán, o Reino Animal e a Basílica de Guadalupe.

Teotihuacán

Teotihuacán na língua náhuatl significa “Cidade onde nasceram os deuses”. É o sítio arqueológico mais visitado do México. Muito mistério cerca o povo que viveu ali. Quando foi descoberta pelos Astecas, a cidade já estava abandonada. Especula-se que a cidade tenha sido estabelecida por volta de 100 a.C., e que os principais monumentos foram construídos continuamente até cerca de 250 d.C. A cidade pode ter permanecido até por volta dos séculos VII e VIII. Os principais monumentos foram saqueados e queimados por volta de 550 d.C. Talvez, na primeira metade do primeiro milênio d.C., a cidade Teotihuacan foi a maior cidade da América pré-colombiana, com mais de 125 mil pessoas, a sexta maior cidade do mundo naquela época.

Guando aun era de noche . Guando aun no habia dia . Guando aun no habia luz . se reunieron los dioses . alia en Teotihuacan”. – Escrito originalmente em língua náhuatl, e traduzido para o espanhol: é a explicação dos aztecas para a existência de uma cidade tão extraordinária.

Como chegamos lá por conta própria

Nós quisemos chegar nas Ruínas de Teotihuacán antes do horário de abertura, 9h, para entrarmos mais cedo e aproveitar a energia do lugar sem tumulto.

As pirâmides menores de Teotihuacán na Calçada dos Mortos

Compramos no Terminal Central de Autobuses del Norte (Terminal Norte), no guichê da Autobuses Teotihuacán. Vale frisar que quer ir para “Los Pirámides” ou “Zona Arqueologica”, porque existe um outro ônibus que não passa pelas ruínas de vai direto para San Juan de Teotihuacán.

Pegamos o ônibus que saiu 7:15h e a viagem durou aproximadamente 1:15h. Mesmo adiantados, conseguimos comprar os ingressos e entrar antes das 9:00h.

O que vimos por lá

Seguimos uma trilha de uns 2Km, de fácil caminhada, passando por algumas ruínas. Não havia nenhum turista no caminho. Apenas 2 funcionários aparavam a grama no sítio arqueológico.

Víamos apenas os balões de ar quente que sobrevoavam a Zona Arqueológica. (Deve ser inesquecível esse passeio). À medida que andávamos a Pirâmide do Sol ia surgindo!

Logo estávamos na Calçada dos Mortos, que se estende por 4Km até a Pirâmide da Lua ao final.

No altar do topo da Pirâmide do Sol

Nossa primeira parada foi para contemplar a Pirâmide do Sol. Com seus 65m de altura, é a 2ª maior pirâmide do México e a 3ª maior pirâmide do mundo. Subimos os 244 degraus, alguns bem íngremes. Há cordas que fazem as vezes de corrimão para auxiliar.

Como chegamos cedo, havia apenas um segurança solitário na zona arqueológica, que nos contou um pouco sobre a pirâmide e nos deu a  dica para subirmos em zigue-zague o que melhoraria a oxigenação em razão da altitude e esforço físico.

Chegamos ao topo da Pirâmide do Sol e, por 1 hora inteira, ela foi só nossa. Tínhamos a visão de todo o complexo e recarregamos todas as energias vendo o Sol subindo no céu.

 

Voltamos para a Calçada dos Mortos e seguimos para a Pirâmide da Lua. Em pouco menos de 10 min, os primeiros turistas começavam a chegar. Subimos a Pirâmide da Lua, até a parte que tem acesso permitido, e ficamos contemplando ainda por um bom tempo as ruínas, a calçada e a Pirâmide do Sol.

Pirâmide da Lua e a vista  da Calçada dos Mortos, pirâmides e templos menores e a Pirâmide do Sol

Em menos de 2 horas, o sol já estava forte e a paz do lugar tornou-se caos com os grupos de turistas que não paravam de chegar e os vendedores ambulantes de souvenires e artesanato anunciando aos berros seus produtos.

Era a hora de despedir de Teotihuacán que ficará marcado para sempre nas nossas melhores lembranças.

Chamamos um Uber e fomos para o Reino Animal.

Reino Animal

O zoológico Reino Animal, fica a pouco mais que 5min. das Pirâmides. É um parque sustentável, com um programa de produção agrícola para a alimentação dos 1400 animais, com 3 toneladas de comida diária. Lá, os animais ficam soltos num habitat que tenta ao máximo se aproximar da natureza.

Reino Animal

Subimos no trenzinho que percorre a zona dos herbívoros e presenciamos famílias numerosas de búfalos, dromedários, veados, bisontes, zebras, avestruzes, antílopes e um casal de girafas.

Depois, fomos ver os predadores. Entramos em um trenzinho todo cercado por uma grade telada dupla, e vimos de perto os lobos, onças, leões, tigres.

Vimos também o aviário e o reptiliário. Há, ainda, apresentações de agilitty com cães e um show com uma águia real, além de uma fazendinha.

Luís, a girafa do Reino Animal

 

Terminado o passeio, chamamos outro Uber e fomos para a Basílica de Guadalupe.

Basílica de Guadalupe

O Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe é um complexo de igrejas, capelas, praças, dedicado à Virgem de Guadalupe, recebendo mais de 20 milhões de visitantes ao longo do ano. É formado pela Antiga Basílica, do Século XVI, pela Basílica de Nossa Senhora de Guadalupe, pela Capilla de Cerrito, pelo Templo del Pocito e pela Antiga Paróquia de Indios.

Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe

 

Interior da Basílica Maior de Guadalupe

Pegamos o Metrô na estação Deportivo 18 de Marzo e voltamos para a região do onde estávamos hospedados, na Zona Rosa.

Aqui terminamos esse inesquecível dia na Cidade do México.

Faltou alguma coisa no nosso roteiro? Deixe um comentário com suas dicas, críticas e sugestões.

 

Acompanhe a nossa viagem nos links abaixo:

Roteiro Cidade do México 8 dias – Dia 1

Roteiro Cidade do México 8 dias – Dia 3

Roteiro Cidade do México 8 dias – Dia 4

Roteiro Cidade do México 8 dias – Dia 5

Roteiro Cidade do México 8 dias – Dia 6

Roteiro Cidade do México 8 dias – Dia 7

Roteiro Cidade do México 8 dias – Dia 8

 

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